Descubra quanto a pesquisa de preços no supermercado gera de economia

Basta entrar em dois supermercados diferentes, buscando os mesmos produtos para comprovar. A variedade de preços existe e pode fazer com que o consumidor gaste mais ou menos, a depender do local escolhido. É por isso que a pesquisa de preços deve ser uma prática frequente na rotina de quem quer comprar economizando.

Frutas, verduras, itens de higiene, material de limpeza, carnes, frios e laticínios. Não importa o tipo do produto que se quer adquirir em um supermercado, a pesquisa de preços pode gerar economia ao mostrar ao consumidor opções de descontos, ofertas e valores mais baixos. Mas você sabe estimar o tamanho do alívio no bolso que esse hábito pode representar

O tamanho da economia com a pesquisa de preços

Mesmo que a economia seja pequena, ela é vantajosa ao consumidor se a pesquisa de preços virar um hábito na hora da compra. Uma economia pequena aqui e outra economia pequena acolá, quando somadas, podem surpreender ao final de um mês ou de um ano.

Como as compras em supermercados são mais frequentes e envolvem diferentes produtos, a pesquisa de preços nesses estabelecimentos é muito indicada. Segundo levantamento feito pela Proteste – Associação de Consumidores, no final de 2014, o hábito de comparar preços em supermercados pode levar a uma redução de gastos anual de R$ 2.233 em uma cidade como São Paulo, por exemplo.

A pesquisa, realizada anualmente pelo Guia de Supermercados da Proteste, oferece bons parâmetros para o consumidor que pratica a comparação entre os valores dos itens. Ela é realizada em mais 1.200 estabelecimentos de 20 cidades, em 14 estados, e leva em consideração dois tipos de cestas: uma com produtos de marcas líderes no mercado e outra com marcas mais baratas.

“Nossa pesquisa revela que a diferença entre preços de mercados da mesma cidade pode chegar até quase 50%”, informa Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste. “Mas o objetivo do levantamento não é apontar o preço de uma cesta em cada estabelecimento e sim comparar custos para o consumidor”, esclarece.

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